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IPAD, PLAYBOOK E ANDROID QUAL É O MELHOR?

Thursday, August 11, 2011 0 comments
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Quando o iPad original foi lançado, em janeiro de 2010, muitos analistas acreditaram que o aparelho fosse apenas um brinquedo, uma moda passageira. Mas o tempo provou que Steve Jobs estava certo. Até hoje, a Apple já vendeu quase 30 milhões de iPads e domina o mercado de tablets.
A tela multitoque, o acesso à internet sem fio e a capacidade de rodar aplicativos são algumas das características comuns a todos os tablets. Depois do sucesso da Apple, praticamente todas as empresas da área de tecnologia pessoal produziram seus tablets. Confira a seguir as principais opções do mercado.

iPad 2
Líder disparado no mercado de tablets, o iPad 2 é o melhor tablet do mercado, e o mais indicado para a maioria dos usuários. Ele conta com mais de 100 mil aplicativos específicos, além de rodar os cerca de 300 mil aplicativos existentes para iPhone.
O aparelho se destaca pela interface intuitiva e pela excelente tela, que proporciona imagens nítidas e responde muito bem aos gestos. O iPad 2 tem versões somente com Wi-Fi e com Wi-Fi e 3G. No quesito memória, o usuário pode optar por versões com 16 GB, 32 GB ou 64 GB. No Brasil, o modelo mais barato (16 GB e somente Wi-Fi) custa R$ 1.649. Nos Estados Unidos, esse modelo custa US$ 500.
Android
Desenvolvido pelo Google, o sistema Android está em dezenas de tablets disponíveis no mercado. Samsung, Motorola, Lenovo, ZTE, Huawei e Asus são apenas algumas das empresas que fabricam tablets com Android. Os aparelhos Motorola Xoom e Samsung Galaxy Tab 10.1 são os mais sofisticados entre os tablets com Android.
Ambos têm telas de tamanho similar à do iPad e rodam a versão Honeycomb (3.0 ou superior) do Android. Alguns tablets com telas menores (na casa de 7 polegadas) rodam versões 2.x do sistema, criadas para smartphones. Com 32 GB de memória, o Xoom custa R$ 1.899 (apenas com Wi-Fi) e R$ 2.299 (com Wi-Fi e 3G). Já o Galaxy Tab 10.1, que tem 16 GB de memória, pode se encontrado por cerca de R$ 1.700.
A interface dos tablets com Android é semelhante, mas cada fabricante faz seus próprios ajustes no sistema. Por isso, há algumas diferenças no visual dos aparelhos. Mas uma característica comum é que todos eles têm boa integração com serviços do Google (Gmail, Docs, YouTube, Picasa) e rodam aplicativos do Android Market, a loja de aplicativos do Google.
Essa loja já tem um bom número de aplicativos para Android (cerca de 200 mil), mas ainda são poucos os programas criados especificamente para tablets com a versão mais moderna do sistema (Honeycomb). Esses não passam de mil.
De modo geral, os tablets com Android são indicados para usuários que não apreciam o sistema fechado da Apple e desejam um aparelho mais versátil. Alguns dos aparelhos têm recursos ausentes no iPad, como entradas USB e para cartões SD. Por outro lado, a interface dos tablets com Android não é tão intuitiva e agradável quanto à do iPad.
Playbook
Lançando em abril deste ano somente nos Estados Unidos, o Playbook é produzido pela RIM, fabricante dos tradicionais smartphones BlackBerry. O aparelho tem tela de 7 polegadas e roda um sistema baseado na plataforma QNX, que deve ser usada também em smartphones BlackBerry.
Por enquanto o Playbook não é uma opção interessante para a maioria dos usuários. Há poucos aplicativos e o aparelho não tem nenhum diferencial significativo para o usuário final. Como seria de se esperar de um aparelho da RIM, o Playbook tem algumas características interessantes para o mercado corporativo, como recursos avançados de criptografia.
TouchPad
O TouchPad é a aposta da HP para o mercado de tablets. O aparelho foi lançado em julho nos Estados Unidos e ganhou elogios pela bela interface. Mas, assim, como Playbook, sofre com a falta de aplicativos.
Windows 7
Apesar de criado para computadores, o sistema Windows 7, da Microsoft, está presente em alguns tablets, como o Eee Pad Slate, da Asus. Esses aparelhos, são voltados principalmente para o mercado corporativo.




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EXPERIMENTE AS ROUPAS QUE VAI COMPARAR ON LINE USANDO UMA WEB CAM

Monday, August 8, 2011 0 comments
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By: O.D




Reprodução
WebCam Social Shopper
As experiências com Realidade Aumentada estão ficando cada vez mais comuns, mas esse promete ser bastante útil. O software, chamado deZugara, dá a possibilidade dos clientes experimentarem as roupas da loja online, usando apenas uma webcam.

O software está sendo usado pela varejista Banana Flame, que utiliza a webcam e um programa chamado "Webcam Social Shopper". Os clientes podem ver como ficam ao utilizar as roupas instantaneamente, e ainda compartilhar e pedir opiniões aos amigos via Twitter ou Facebook.

Experimentar roupas online não substitui a ação na vida real. Por muitas vezes, não dá para saber como é o tecido, se ele encolherá na máquina de lavar, se ele estica, se ele ficou apertado em alguma parte do corpo e outras coisas que só dá para saber quando se experimenta de verdade. Mas a prova online já dá uma ideia de como a roupa ficará em seu corpo.

Reprodução

Para experimentar as roupas no Banana Flame, é necessário ligar a webcam e dar um passo para trás, até a câmera "ver" seu rosto. A roupa se encaixará em seu corpo automaticamente. Você poderá mudar de peça usando botões virtuais. Ao esticar o braço, você poderá acessar os controles do software, que permitem que mude a cor, girar ou até tirar fotos que podem ser compartilhadas.

Veja abaixo um vídeo de instruções do software:



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QUER SE TORNAR UM HACKER? USE O NOVO APLICATIVO NETWORK TOOLKIT PARA ANDROID

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Reprodução
Android Network Toolkit
By O.D.


Um aplicativo para Android faz com que qualquer pessoa possa se considerar um hacker. O Android Network Toolkit, ou apenas Anti, é um software que ajuda o usuário a ganhar acesso a outros dispositivos como computadores com Windows, outros smartphones com Android e até aparelhos que usem o sistema iOS, de acordo com a Forbes.

O aplicativo é legal. A empresa responsável por ele, a Zimperium, é especializada em segurança e criou o software com o objetivo de ajudar a testar a segurança em redes, máquinas ou outros programas que podem estar desatualizados.

O app conta com comandos como "Man-In-The-Middle", que basicamente permite observar o que está sendo feito em uma máquina, "Spy" e "Attack", para espionar e atacar outros dispositivos. Também é possível tirar screenshot da máquina que está sendo invadida e até ejetar a bandeja de CDs.

O aplicativo será lançado durante essa semana e será distribuído tanto em uma versão gratuita quanto em uma versão que exige uma licença corporativa de US$ 10 dólares. Para evitar o uso malicioso do software, a Zimperium deixou um aviso: "Por favor, lembre-se: grandes poderes trazem grandes responsabilidades. Use sabiamente."



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ANUNYMUS ANUNCIA ATAQUE AO FACEBOOK

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Vídeos divulgados no Youtube sugerem uma investida radical dos hackers à rede social
By olhar digital



Internet
Anonymous
O novo alvo do grupo hacker Anonymous será o Facebook - é o que sugerem alguns vídeos publicados por eles no YouTube. Nos arquivos, o grupo anuncia uma "ciberinvestida" contra a rede social. O ataque já tem até data marcada: 5 de novembro.

Chamada de "Operação Facebook", ela promete ser a mais radical das investidas do grupo. O motivo são as constantes violações de privacidade que a rede social faz com seus usuários. Alguns vídeos do grupo acusam o Facebook de vender os dados a agências governamentais e até os ofertar clandestinamente para empresas de segurança.

O grupo ainda diz que a rede social mantém os dados dos usuários, mesmo que os perfis sejam encerrados: "O Facebook sabe mais sobre você do que sua própria família", afirmam.

Veja abaixo um dos vídeos do grupo:



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BATERIA QUE DURA 10 ANOS

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A Sony desenvolveu uma bateria de ion-lítio que, de acordo com a empresa, pode ser usada por pelo menos dez anos com bom desempenho.

ESSP-2000 foi desenvolvida para ser usada por data centers ou servidores. A carga dela atinge 95% em apenas algumas horas, segundo a Sony.

O problema é o tamanho e o preço. Com 90 kg, a bateria custa 2 milhões de ienes (cerca de R$ 40.000,00) e está à venda apenas no Japão.




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A ERA DAS SUPERBATERIAS

Wednesday, August 3, 2011 0 comments


Pesquisadores criam baterias melhores usando grafeno e estanho

Materiais são combinados no desenvolvimento de eletrodos com desempenho superior aos usados atualmente.
Se tem um produto que possui incontáveis possibilidades de uso no mundo da tecnologia, esse é o grafeno. Recentemente, cientistas do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos, elaboraram um nanocomposto usando grafeno e estanho para desenvolver eletrodos mais potentes que os atuais. Esses materiais permitirão a criação de baterias melhores.
Quando aquecido a 300 °C, o estanho se transforma em nanopilares que alargam o espaço entre as camadas de grafeno e, consequentemente, com um maior volume de estanho no eletrodo, permite um aumento significativo de seu desempenho. Traduzindo: com isso, as baterias serão recarregadas mais rapidamente. Além disso, a flexibilidade do grafeno diminui as chances de desgaste do dispositivo de carga.
Contudo, o estágio de desenvolvimento dos protótipos ainda é bem inicial, pois eles alcançam apenas 30 ciclos de carga – valor bem abaixo das centenas exigidas para uso comercial das baterias. Isso tudo significa que uma série de melhoramentos deve ser implementada nos novos eletrodos de grafeno e estanho para que você tenha uma bateria mais potente em mãos.


Tecmundo






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HACKERS ATACAM A REDE DA SONY

Sunday, June 5, 2011 0 comments

Fonte: BBC BRASIL

Criminosos dizem ter roubado 1 milhão de senhas não-protegidas


Um grupo de hackers alegou nesta quinta-feira ter invadido uma rede de usuários da Sony e roubado cerca de 1 milhão de senhas, endereços de e-mails e outras informações confidenciais.
Os criminosos, que se autointitulam Lulz Security, afirmaram em comunicado ter atacado o servidor que roda o site SonyPictures.com.
A empresa disse ter tomado conhecimento do comunicado e declarou que está investigando o caso, segundo a Associated Press.
Em abril, um ataque à rede online de videogames da Sony forçou a empresa a tirar o sistema do ar temporariamente. Na ocasião, calcula-se que dados de 77 milhões de contas de usuários tenham sido roubados.
O ataque, considerado o maior da história da internet, causou prejuízos estimados em US$ 170 milhões.
Desde então, as redes da Sony se tornaram alvos para hackers – a companhia confirmou três interferências antes do ataque relatado nesta quinta-feira.
O grupo Lulz Secutiry alega estar por trás de ao menos uma dessas ações.
A invasão ao SonyPictures.com deve ser sentida fortemente pela Sony, apenas 24 horas depois de a empresa ter anunciado a restauração completa da rede do videogame PlayStation nos EUA e na Europa e o reforço de sua segurança virtual.
Senhas
Em comunicado, o grupo de hackers disse nesta quinta que invadiu um banco de dados que incluiria senhas não-protegidas, além de nomes, endereços e datas de nascimento de clientes da Sony.
“A partir de uma única inserção, acessamos tudo”, disse o texto.
O grupo criminoso declarou que os dados encontrados não estavam codificados. “A Sony armazenou 1 milhão de senhas de seus clientes em texto simples, o que significa que era uma questão de apenas pegá-las.”





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O DNA É UM CÓDIGO LIVRE

Saturday, May 14, 2011 0 comments
Devemos nos inspirar nos hackers se quisermos usar a genética para salvar nossa saúde, a economia e até o ambiente



A genética tem passado por uma revolução. Graças a novas tecnologias, as ferramentas usadas para ler e escrever códigos de DNA têm ficado mais potentes. E o custo para desenvolvê-las tem caído. Isso é ótimo: quão mais acessíveis as ferramentas forem, mais gente aproveitará os usos da biotecnologia, que tem rendido novos grãos, remédios e biocombustíveis. Como no Brasil: em 2011, a empresa americana Amyris Biotechnology e a usina goiana Boa Vista lançarão um diesel vegetal feito com a modificação dos genes de uma levedura.

Mas isso acontece na teoria. Na prática, existe um obstáculo a essa revolução. Qualquer invenção gerada a partir da engenharia genética precisa ser protegida por patentes. São registros que criam pequenos monopólios na biologia, e impõem barreiras à inovação que vem de fora das grandes empresas. Existe, no entanto, uma proposta que poderia mudar isso: a chamada Biologia Open Source. A ideia por trás dela? Entregar a inovação aos hackers.

Para entender do que estamos falando, pense em um conceito parecido: o dos softwares open source, ou sofwares livres. O criador de um programa nesse formato detém os direitos autorais sobre ele, por um processo automático e quase de graça. Mas ainda assim o software pode ser baixado, utilizado e aperfeiçoado por qualquer um, sem custo. Dessa forma, o código não para de crescer.

Com a biologia, poderíamos fazer o mesmo. Já dá para encomendar sequências de DNA pela internet, de empresas que sintetizam o código e enviam genes para o cliente em um tubo de ensaio. Esse DNA pode ser introduzido em plantas ou bactérias, fazendo o organismo se comportar de novas maneiras.

Em 2006, eu fundei uma empresa pensando nisso. A ideia era desenhar um novo gene, pedir o DNA online e fazer experiências com a proteína codificada por ele. Está funcionando. Pretendo descobrir um uso para a proteína e vendê-la. O problema é que não tenho automaticamente os direitos sobre ela, como aconteceria com um programa. Preciso de uma patente para que ninguém a copie. E esse registro já me exigiu um valor 10 vezes maior do que o gasto com a produção da proteína e as pesquisas.

Se tivéssemos um sistema aberto, essa barreira à inovação cairia. E teríamos a participação nas pesquisas de pequenas empresas e empreendedores, cada um em seu laboratório - os hoje hackers do sistema. Essa rede é fundamental. Assim como aconteceu com aviões ou computadores, as grandes empresas não conseguirão desenvolver sozinhas os grãos, drogas e biocombustíveis do futuro.


Há quem tema que esse sistema alimente o bioterrorismo. Mas construir um vírus, por exemplo, é uma tarefa extremamente difícil. Há consenso na ciência de que uma ameaça assim não sairá tão cedo de uma garagem. Na verdade, precisaremos da ajuda desses hackers justamente para responder às ameaças que poderão aparecer no futuro.


* Robert Carlson é fundador da empresa de biotecnologia Biodesic e autor de Biology Is Technology



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