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O que tirou o sono dos animais?

Wednesday, August 3, 2011 0 comments
DICA DE LEITURA
Animais na mata vivem divertidas aventuras
http://livraria.folha.com.br/catalogo/1170218/o-que-tirou-o-sono-dos-animais

Imaginação, cores e formas em "O que Tirou o Sono dos Animais?"
da Livraria da Folha




Divulgação

Animais na mata vivem divertidas aventuras
"O Que Tirou o Sono dos Animais?" da autora holandesa Maranke Rinck brinca com a imaginação das crianças de uma forma muito divertida e original.

A história acompanha uma turma de amigos animais que foram acordados por um estranho barulho no meio da noite. Intrigados, resolvem descobrir o que era aquilo, afinal.

Naquela escuridão da noite sem fim, quando até as estrelas e a Lua resolveram tirar um cochilo, a fantasia toma conta da cabeça dos companheiros atrapalhados, que um tanto assustados, acabam criando coisas que não condizem com a realidade.

O conto tem um fundo de filosofia e ensinamentos, mas o mais gostoso e inteligente é que isso não fica escrachado, não vem com a ideia de "lição de moral", recurso já um pouco esgotado devido ao uso em tantas histórias de antigamente.

Os simpáticos personagens da história, uma tartaruga, um morcego, um polvo, um pássaro e um bode ensinam mais do que pode parecer, e que apesar de todos diferentes, têm muito em comum.

Divulgação

"De repente, a tartaruga abriu os olhos. -Ei! Estão ouvindo a mesma coisa que eu?"-perguntou baixinho.

As ilustrações de Martin van der Linden são belíssimas e merecem aplausos.

Divulgação

"A noite está escura. Não há lua. Não há estrelas. Mas há algo na mata"

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/953248-imaginacao-cores-e-formas-em-o-que-tirou-o-sono-dos-animais.shtml
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Sugestão de livros de matemática

Thursday, June 18, 2009 0 comments





A Matemática na Escola - Aqui e Agora

Délia Lerner de Zunino

Ano: 1995 - N. de páginas: 192

R$ 48,00

Descrição:

A autora faz os seguintes questionamentos: Não terá chegado a hora de aprender matemática sem renunciar a pensar?

Não será o momento de reposicionar a matemática como ciência em permanente evolução, otimizando seu aproveitamento escolar e extra-escolar?

Sumário:

1.Professores, Crianças e Pais Têm a Palavra

2.Problemas e Contas: Dois Desafios Diferentes

3.As Estratégias de Resoluções de Problemas

4.O Valor Posicional

Palavras Finais

Tecendo matemática com arte
Estela Kaufman Fainguelernt & Katia Regina Ashton Nunes
Ano: 2009 - N. de páginas: 96

R$ 39,00

Descrição:

Com propostas inovadoras, as autoras, com muitos anos de vivência em sala de aula, trazem para o curso de matemática conhecimento, encantamento e beleza a partir da análise de obras de grandes artistas plásticos. Este livro sugere um grande número de atividades e convida professores e alunos a tecerem uma história com novos olhares e cores que pode nascer do casamento de duas importantes áreas: a matemática e a arte.

Este livro tem por objetivo proporcionar aos professores do ensino fundamental e aos dos cursos de formação de professores subsídios para implementar atividades integradoras em sala de aula.

Sumário:

Introdução

Capítulo 1. Alfredo Volpi

Capítulo 2. Lygia Clark

Capítulo 3. Vassily Kandinsky

Capítulo 4. Romero Britto

Capítulo 5. Luiz Sacilotto

Capítulo 6. Com a Arte aprendemos Matemática e formamos cidadãos do mundo

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Resenha: O Homem que Calculava, Malba Tahan - leia mais

Tuesday, December 11, 2007 0 comments
Geometria existe por toda parte. A frase atribuída a Platão também pode ser lida na obra de Malba Tahan, que ainda complementa:


A geometria repito existe por toda parte. No disco do sol, na folha da tamareira, no arco-íris, na borboleta, no diamante, na estrela-do-mar e até num pequenino grão de areia.

Esse pode ser o gancho utilizado pelo professor para incentivar o aluno a ler da obra, mostrar que a matemática está em tudo.
O livro apresenta diversas visões da matemática, não somente da geometria, e por ter enigmas e problemas que estimulam o pensamento, sua leitura pode ser bastante agradável para o público escolar em diversos níveis.
A linguagem matemática utilizada no livro é simples, são somas, subtrações, divisões, multiplicações e frações, cabendo ao professor saber explorar os diversos problemas contidos na obra no momento ideal de sua aula afim de gerar curiosidade e interesse sobre o assunto por parte do aluno.
O autor
Professor de matemática e escritor, Malba Tahan, apesar do nome árabe, é brasileiro. Seu nome verdadeiro é Júlio César de Melo e Sousa; passou a adotar nomes falsos para se fingir estrangeiro e conseguir publicar suas histórias num jornal cujo seus contos, utilizando o nome verdadeiro, já haviam sido rejeitados. O nome Malba Tahan surgiu mais tarde, junto com a sua admiração por escrever histórias com temas árabes.



fig. 1 - O escritor Malba Tahan vestido a caráter.
Na sua juventude já despontava como escritor de sucesso, vendia redações aos colegas mais endinheirados por 400 réis cada. Nunca foi um grande aluno em matemática, só teve gosto pela matéria quando conheceu um professor de quem gostava. Durante a infância, na cidade de Queluz - interior de São Paulo, mantinha uma coleção viva de cerca de 50 sapos em seu quintal. Curiosamente, sua formação superior não é de matemático, e sim de Engenheiro Civil pela Escola Politécnica em 1913.

O livro
O Homem que Calculava, narra a passagem de Beremiz por Bagdá, onde se encontra diante de vários desafios e enigmas matemáticos. Em sua 70ª edição em 2007, o livro é a grande obra de Malba Tahan, que teve a sua primeira edição em 1939. Foi traduzido para o alemão, o inglês, nos Estados Unidos e na Inglaterra, o Italiano, o espanhol e o catalão. O Homem que Calculava é indicado como livro paradidático em vários países. Sob a forma de um romance, o livro trás alguns problemas, quebra cabeças, curiosidades e a história da matemática. O autor, por ser um grande estudioso da cultura islã, faz sempre referências à essa cultura no livro, dando uma real impressão de que tudo ocorreu mesmo entre beduínos do deserto, xeques, vizires, magos, princesas e sultões.
Quem conta a história de Beremiz Samir é Hank-Tade-Maiá, que primeiramente fica admirado com a habilidade de Beremiz com números de ordens superiores. Durante a narrativa pelo deserto, se deparam com diversos problemas matemáticos do cotidiano das pessoas que encontram, e por sua grande habilidade matemática, Beremiz é respeitado e admirado por onde passava.


fig. 2 - Capa da 70ª edição.


Durante a narrativa, o autor cita grandes nomes da história da matemática, como Al-Kharismi, Aristósteles, Euclides, Hipátia, Pitágoras e Platão. O livro remete a muitos fatos históricos e mitológicos da matemática, podendo ser utilizado para atrair o público escolar para o gosto pela matemática. Todos os problemas encontrados, são de resolução não-mecânica, sem fórmulas, obrigando ao leitor a pensar sobre o problema para resolvê-lo, com isso, o professor pode mostrar aos alunos como a matemática, apesar de ser uma ciência, não é baseada somente em fórmulas, axiomas e postulados.


A obra não tem, em nenhum momento, o intuito de ensinar matemática ou formalizar os problemas nos quais os personagens estão envolvidos, apesar do livro conter em seu apêndice explicações e resoluções detalhadas dos enigmas desvendados por Bememiz. Dentre os problemas mais citados do livro temos:


  • O Problema dos 35 Camêlos


  • O Problema dos Quatro Quatros


  • O Problema dos 21 Vasos


Todos esses problemas, podem ter as suas resoluções esclarecidas pelo apêndice do livro ou encontradas facilmente na internet. Alguns outro problemas se encontram incompletos ou errados em algumas fontes na internet, portanto é necessário conferir os resultados refazendo o problema ou comparando duas respostas ou mais.
A aplicação do livro ao ensino de matemática pode ser feita através da resolução dos problemas, sendo que o nível de dificuldade dos problemas deve estar de acordo com a indicação da série onde podem ser aplicados e o respectivo conteúdo matemático envolvido na sua resolução.



Comentários sobre o livro
Tive contato com o livro pela primeira vez na quinta série, não numa leitura completa, mas um professor de matemática chegou a mostrar um dos problemas do livro. Antes de ler o livro, achava que era uma obra que só tinha problemas, e não uma história com personagens envolvidos. É uma leitura fácil, porém, já que o objetivo da leitura era o trabalho da disciplina, foi uma leitura mais cuidadosa e demorada. Dos problemas encontrados no livro, tentei resolver alguns e achei muito interessante a experiência, são problemas que mesmo já tento visto grande carga matemática durante o curso de Física, essa matemática toda não ajudou em nada. É um livro para pensar. Durante a pesquisa para o trabalho gostei de poder ler algumas coisas sobre o autor, assim como foram falados nos seminários, todo matemático tem algo de "louco" em sua vida. Sobre a recomendação deste livro para trabalhos/seminários, foi uma boa escolha, pois por tem vários trechos que citam personagens e fatos da história da matemática.



Bibliografia:
Malba Tahan - O Homem que Caculava

http://www.unesp.br/prograd/PDFNE2003/Pesquisa%20e%20uso%20de%20metodologias.pdf
http://www.ime.usp.br/~sphem/documentos/sphem-tematicos-1.pdf
http://www.rieoei.org/deloslectores/1269Silva.pdf
http://www.rpm.org.br/novo/conheca/7/1/malba.htm
http://www.champ.pucrs.br/matema/malba_tahan.htm
http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/4064
http://www.geocities.com/g10ap/matematicos/mat27.htm
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