Dirigir Automóvel
Lembre-se que o cinto é um equipamento para sua segurança e obrigatório. Quando sua barriga estiver grande e redonda, usar o cinto de segurança pode ser um tanto desconfortável.Para melhor acomodação, use o cinto de três pontos na altura dos quadris, abaixo da barriga. Ajuste-o para não pressionar a barriga e não te machucar. Daí a algumas semanas seu bebê vai andar de carro com você e merece toda a segurança.
A cadeirinha automotiva, também chamada de bebê-conforto, é um dos equipamentos mais importantes e seguros. Pode ter certeza que o bebê estará mais protegido na cadeirinha do que em seus braços.
Tingir o Cabelo
O uso ou não de tintura ou qualquer outro produto químico nos cabelos durante a gravidez é um dos assuntos mais polêmicos entre as mamães e profissionais.Pra começar, se for possível, os profissionais recomendam que, antes de engravidar, você pinte os cabelos de uma cor semelhante ao seu tom natural. Dessa forma, os fios não crescem com uma diferença muito brusca de coloração durante a gestação.
Embora não existam até o momento estudos conclusivos sobre o assunto, a utilização de produtos químicos, principalmente à base de amônia, não são recomendados nesta fase, pois o contato destas substâncias com o couro cabeludo pode levá-las à circulação sanguínea e, assim, ser tóxico ao feto. Entre as opções estão tinturas sem amônia, xampus tonalizantes e hennas naturais. Mesmo assim, é melhor evitá-los antes das 14ª ou 16ª semanas de gestação, quando o feto está se formando.
Depois dos três primeiros meses, também é possível fazer ‘reflexos’, distante aproximadamente dois dedos da raiz para as pontas.
Vale ressaltar que, justo por ser um assunto controverso, de opiniões variadas, o mais importante é consultar seu médico antes de usar qualquer produto.
Salto Alto
À medida que a barriga cresce o ‘ponto’ de equilíbrio da mulher também se modifica. Por isso, a escolha dos sapatos certos também é importante durante a gravidez.Recomenda-se dar preferência aos sapatos confortáveis, de salto baixo e base larga, evitando a chance de quedas.
São permitidos saltos de até 3 cm e alguma elasticidade. Além de não prejudicarem a coluna, são confortáveis para os pés, que tendem a inchar ao longo do dia. Mas no final da gestação, é indicado o uso de sapatos baixos, principalmente devido às dores nas costas e porque o salto alto intensifica ainda mais a lordose típica da gravidez.
Banho de Sol
Devido à mudança hormonal que ocorre durante a gravidez, a pigmentação da pele pode aumentar irregularmente em algumas áreas, como por exemplo no rosto.Por isso durante esta fase, principalmente após o segundo trimestre da gestação, o uso de alguns tipos de protetor solar é indicado. Ainda assim, banhos de sol em excesso devem ser evitados, pois podem aumentar as manchas da pele.
Comer o que Quiser?
Saudável pra mim e para meu bebê?São essas dúvidas que essa seção tentará ajudar a responder nas próximas linhas, mas lembre-se, a atitude mais responsável neste momento é procurar seu médico e iniciar o acompanhamento pré-natal. Nada substitui a avaliação e o aconselhamento profissional. Assim você já garante boa parte do bem-estar que você e seu bebê merecem.
Dicas de alimentação para uma gravidez saudável
Começamos com algumas dicas alimentares preciosas para essa fase tão sublime da vida de uma mulher
- - Beba bastante água, de 1,5 a 2 litros por dia;
- - Consuma pelo menos três frutas por dia, além de verduras no almoço e jantar. Esses alimentos são ricos em fibras que previnem a prisão de ventre, muito comum na gestação;
- - Divida as refeições em seis a oito vezes ao dia, com pequenas quantidades, mastigue sempre devagar. Consuma alimentos com baixo teor de gordura e evite ingerir líquidos durante as refeições, para facilitar a digestão e prevenir azia;
- - As proteínas são muito importantes nesse período. Os laticínios contêm também o cálcio. A carne vermelha é rica em ferro e proteínas. O ferro pode ser melhor absorvido se consumido com frutas ricas em vitamina C, como kiwi, laranja, limão, acerola, tangerina e abacaxi;
- - Os Carboidratos obtidos através da ingestão de cereais, pães e massas são fonte imediata de fibras e energia. No entanto, não devem ser ingeridos em excesso;
- - Lembre-se: não é necessário “comer por dois”. Vale mais a qualidade que a quantidade. Até o quinto mês, a gestante não deve ter uma dieta abaixo de 1.500 calorias por dia.
Obs.: Se você tem diabetes ou apresenta algum problema nutricional, sua dieta deve ser aconselhada pelo médico ou especialista em nutrição.
Vitaminas
A gestação provoca diversas mudanças no organismo da mulher. Para que essas transformações ocorram da maneira mais saudável possível, é preciso que se dê atenção especial ao estado nutricional da futura mamãe, desde o período pré-gestacional até a amamentação. Trata-se de fator determinante não apenas para a saúde da própria mulher, como igualmente para o crescimento e o desenvolvimento do feto.“Há, inclusive, mulheres que sempre se alimentaram muito bem, mas que mesmo assim podem ter deficiência de vitaminas”, afirma o Dr. Guilherme Loureiro Fernandes, professor responsável pelo serviço de medicina fetal da Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André.
Segundo ele, a suplementação de vitaminas iniciada cerca de três meses antes da gravidez diminui a ocorrência de várias malformações fetais. Durante a amamentação, tais elementos também serão muito importantes para enriquecer a qualidade do leite materno.
Um dos mitos em relação a este assunto é o de que a ingestão de vitaminas estimularia o ganho de peso. Não há, porém, comprovações científicas a respeito. Caso a mulher comece a engordar em excesso durante a gravidez, deve consultar seu médico para constatar causas relacionadas, por exemplo, ao metabolismo individual, ao sedentarismo, a alterações hormonais, entre outros fatores.
Outro mito é o de que se pode tomar vitaminas de forma indiscriminada, sem prescrição médica. No entanto, isso coloca em risco a saúde da mulher, pois algumas vitaminas em excesso podem fazer mal à saúde.
Confira a importância de algumas vitaminas:
Vitamina A — Auxilia na visão, no sistema imunológico e na integridade da pele e das mucosas do bebê. Pode ser encontrada em alimentos de origem animal, como fígado, gema de ovo, leite integral e derivados; além dos vegetais folhosos verde-escuros e nas frutas e hortaliças amarelo-alaranjadas, como cenoura, abóbora, manga e mamão.
Vitamina C — Antioxidante, estimula a firmeza dos tecidos. Ajuda na fixação da placenta e previne deslocamentos. Sua fonte está, entre outros alimentos, nas frutas cítricas (laranja, acerola, goiaba, morango) e nos vegetais folhosos (beterraba, espinafre, couve, repolho).
Vitamina E — Fornece proteção às membranas celulares contra a deterioração dos radicais livres. É encontrada no óleo de milho, de soja, de girassol, de dendê, bem como no gérmen de trigo, nas amêndoas e avelãs.
Vitamina D — Atua na absorção do cálcio e ajuda a fixá-lo nos ossos, tanto da mãe como do bebê. Pode ser encontrada em peixes e nos derivados do leite.
Niacina — Atua em vários processos metabólicos do organismo. Presente no arroz e no pão integral, nas amêndoas, amendoim, flocos de cereais, carnes magras, vísceras e peixes, entre outros.
Vitaminas do complexo B
Vitamina B1 — Tem participação essencial no sistema nervoso. Destaque para os grãos integrais, a carne de porco, vísceras, amendoim, avelã e castanha-do-pará.
Vitamina B2 — Promove a manutenção dos tecidos do corpo. Encontrada em laticínios, fígado, rins, ovos, vegetais folhosos, entre outros.
Vitamina B6 — Estimula o crescimento do bebê. Está presente nos cereais integrais, fígado, leveduras, gérmen de trigo, carne de porco e frango. A suplementação desta vitamina durante a gravidez pode ser eficaz no combate a sintomas como náuseas e vômitos.
Vitamina B9 (ácido fólico) — Atua na renovação e na multiplicação das células, assim como na formação do tecido. Pode ser encontrado no levedo de cerveja, fígado, feijão, vegetais verdes (espinafre, aspargo e brócolis), gérmen de trigo, laranja e repolho.
Vitamina B12 — Atua no sistema nervoso e nos músculos, e no metabolismo de carboidratos, álcool e gorduras. Suas principais fontes são os alimentos de origem animal, incluindo vísceras, carnes, leite e ovos.
Outros elementos
Cálcio — Importante para a formação dos dentes e ossos do feto. Leite e derivados, algumas frutas e legumes são exemplos de alimentos ricos em cálcio.
Ferro — Atua nos glóbulos vermelhos, ajudando na oxigenação dos tecidos. Como o volume de sangue aumenta na gravidez, o ferro é fundamental. Pode ser encontrado em peixes, fígado, feijão e espinafre, entre outras verduras.
Zinco — Desempenha funções cruciais em diversos processos biológicos do organismo. Carne de boi, frango, peixe e laticínios são as principais fontes de zinco.
Dentista / Anestesia
Procurar um dentista antes de engravidar é sempre recomendável. Porém, nem sempre se pode programar tudo, mas não se preocupe. Hoje os tratamentos dentários são mais seguros e objetivos. Os dentistas recomendam que as gestantes os procurem no segundo trimestre, quando a fase mais crítica de formação do bebê já foi superada.Assim, se for necessário, não há motivos para deixar de tratar os dentes. Só não se esqueça de avisar que você está grávida para o dentista tomar os procedimentos mais seguros. Infecções bucais não tratadas podem causar doenças no bebê e levar à indução de um parto prematuro.
Durante a gravidez a mulher está mais suscetível a problemas na gengiva. Mas você não deve achar normal que sua gengiva sangre frequentemente. Redobre os cuidados e faça uma bela higiene bucal. Procure cremes dentais com flúor e, se preferir, cremes específicos para gengivas sensíveis. Use escovas de cerdas macias, passe fio dental e anti-séptico bucal pelo menos uma vez ao dia.
Profissionais de odontologia procuram não fazer intervenções que necessitem de anestesia até a oitava semana de gestação e nas quatro finais, por serem períodos mais delicados. Porém, as limpezas regulares são altamente recomendáveis durante todo período de gravidez. Para algumas intervenções, é válido que o dentista peça autorização ao médico que faz seu pré-natal.
Raio X
Não precisa entrar em pânico, caso seja necessário fazer um exame de raio x. Se necessário (por exemplo, suspeita de fratura óssea), a grávida pode se submeter a este tipo de exame, pois a dose de radiação é mínima. Mas é bom evitar as radiações nos primeiros três meses de gravidez. O raio x, como toda radiação, danifica o DNA celular. Embora as chances sejam baixas, o desenvolvimento do feto pode ficar comprometido. Hoje já existem exames de imagem seguros para grávidas, como a ressonância magnética nuclear. Mas para fazer o raio x comum, os médicos e técnicos que o realizam sempre devem ser avisados da gravidez, pois em alguns casos recomenda-se que a gestante use um avental de chumbo sob o abdome, que protege a mãe e o bebê.Inchaço nas Pernas
O inchaço é um problema normal na gravidez, mas você pode diminuí-lo. Nos períodos de calor intenso, as gestantes, especialmente as que estão no final do segundo trimestre, costumam reclamar que suas pernas estão mais pesadas, que aquela sandália agora aperta os pés e que anéis e pulseiras já não entram mais.O inchaço, chamado pelos médicos de edema, atinge principalmente os membros inferiores no início do sétimo mês de gestação. Isso acontece pela retenção de líquidos da gravidez e por causa do crescimento do útero, acompanhando o crescimento do bebê, que começa a comprimir os vasos localizados na região pélvica (bacia), prejudicando o retorno do sangue que está nas pernas.
O excesso de líquido que estava no sangue, ao encontrar resistência no retorno ao coração, extravasa pela parede dos vasos, causando o inchaço dos pés e pernas. Esse inchaço é normal na gravidez e a mamãe pode ficar despreocupada. Algumas atitudes podem ajudar na prevenção ou diminuição do inchaço: controle a ingestão de sal, que é um dos fatores de retenção de líquido e faça caminhadas ou hidroginástica sobre orientação médica. Repouso com as pernas elevadas acima do nível do coração também ajuda. Em casos específicos, o médico poderá recomendar o uso de meias elásticas, caso necessário.
Geralmente o inchaço aparece no fim do dia, especialmente se a mulher permaneceu muito tempo em pé ou sentada. A dica é elevar as pernas durante a noite. Coloque um travesseiro embaixo do colchão para as pernas ficarem levemente erguidas. Isso ajuda no retorno do sangue e o sistema circulatório funciona melhor.
Excesso de peso facilita o aparecimento de inchaço, assim como o tabagismo e alimentação inadequada. Esse trio prejudica o ser humano em todos os sentidos. Estar em forma, com o peso adequado e com saúde, tanto antes quanto durante a gestação, são formas de evitar o inchaço e outras complicações obstétricas.
A mamãe deve ficar atenta se o inchaço for intenso, principalmente se afetar mãos, braços e rosto, bem como se o ganho de peso for grande e quando houver formigamento dos braços, limitação de movimentos dos dedos das mãos e dor na região da nuca. Esses são sinais de problemas que merecem maior atenção, tais como, pressão alta, problemas renais ou diabetes gestacional, que podem até ser perigosos para a mamãe e para o bebê. O médico então deve ser consultado imediatamente.
Relações Sexuais
Sexo na gravidez não faz mal a você nem ao seu bebê. Ao contrário, a prática sexual pode ser um momento de relaxamento e prazer, que estimula o carinho e une o casal.Não se preocupe, o bebê está protegido e o pênis não o alcança. Tudo vai depender do seu estado emocional, pois com o turbilhão de hormônios que a gravidez provoca, a libido fica alterada. Algumas mulheres sentem mais vontade de fazer sexo enquanto outras não.
A relação sexual só é contra-indicada em alguns casos de história de abortos repetidos e quando há sangramento genital ou perda de líquido amniótico.
Tipos de Parto
É comum encontrarmos por aí a expressão “tipos de parto”. Na verdade, existem somente dois tipos de parto, que são:- parto cirúrgico (a cesárea);
- parto vaginal (ou normal).
Os partos vaginais podem ser diferenciados em: partos vaginais cirúrgicos - que acontecem normalmente nos hospitais com intervenções médicas como anestesia, aplicação de ocitocina (hormônio sintético que induz as contrações uterinas), episiotomia (corte vaginal) etc.; e partos vaginais naturais – quase sem intervenções ou apenas quando necessário.
O parto vaginal/normal pode ser realizado em posições variadas como deitada ou na horizontal e de cócoras ou na vertical (onde normalmente se utiliza uma cadeira de parto). Temos também as ‘condições’ em que acontece um parto, isto é, ele também pode ser feito na água ou fora dela, e os ‘locais’, tais como em maternidades, em casas de parto ou no domicílio.
Nem sempre o parto normal é possível. Nesses casos, a cesariana é uma cirurgia decisiva para garantir a segurança à mãe e ao bebê. A operação consiste em um corte na parede abdominal e no útero. O bebê é retirado através desta abertura, que é fechada com pontos. A cesárea é uma cirurgia e, por isso, a recuperação da mãe é bem mais lenta que a do parto normal.
Mas o melhor tipo de parto é aquele em que tanto a mãe quanto o bebê saem nas melhores condições possíveis. Por isso o pré-natal é importante, pois fornece informações essenciais para ajudar o médico a decidir junto com o casal a melhor opção de parto.
Tipos de Anestesia
O tipo de anestesia vai depender do trabalho de parto, além das indicações médicas específicas para cada caso. Mas, nem sempre, mesmo sendo uma aliada importante, a anestesia é necessária. Existem mulheres que atravessam todo o trabalho de parto sem usar anestésicos.As anestesias mais utilizadas são: a local, a peridural e a raquidiana. A local é aplicada diretamente na região genital e indicada para o período expulsivo do trabalho de parto, quando o bebe está nascendo. Tendência atual, a peridural é uma associação de anestésicos que possibilitam boa analgesia e um mínimo de efeito nas fibras nervosas motoras. A parturiente participa ativamente do trabalho de parto, especialmente durante o período expulsivo. A raquidiana proporciona rapidez e simplicidade na aplicação, que é única, de efeito mais rápido e mais potente.
Em geral, para o parto normal são administradas a anestesia local ou a raqui/peridural contínua e baixa, utilizando-se pequena dose de anestésico. Para a cesariana, pode ser a raquidiana ou a peridural. A indicação vai depender de fatores como o estágio do trabalho de parto, o quadro clínico e a tolerância à dor da paciente.
Fonte: Website de produto Bayer HealthCare Pharmaceuticals
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